Tendências

{getContent} $results={5} $label={recent}

Golpe militar: UA exige restauração da ordem constitucional na Guiné-Bissau

Golpe militar: UA exige restauração da ordem constitucional na Guiné-Bissau

UA, CEDEAO e Fórum dos Anciãos condenam o golpe e exigem libertação dos dirigentes detidos

📌 Leia também: Guiné-Bissau em turbulência: militares anunciam queda do Presidente Embaló após eleições contestadas

Bissau — A  (UA), em conjunto com a CEDEAO condenou esta quarta-feira o golpe de Estado anunciado pelas forças armadas da Guiné-Bissau e exigiu a restauração imediata da ordem constitucional. O anúncio militar ocorreu enquanto o país aguardava a divulgação dos resultados das eleições realizadas a 23 de novembro.



No comunicado conjunto, as missões de observação elogiaram a participação cívica da população e destacaram que o processo eleitoral decorria de forma “ordeira e pacífica”. As organizações lamentaram que a intervenção militar tenha ocorrido num momento em que os principais candidatos já tinham concordado em aceitar os resultados.


A UA e a CEDEAO exigem a libertação imediata dos dirigentes detidos, incluindo membros da Comissão Nacional de Eleições, e pedem às forças armadas que permitam a conclusão do apuramento eleitoral.

“Esta ação compromete a estabilidade do país e coloca em risco a vontade soberana do povo guineense”, refere o comunicado.

A declaração foi assinada por Filipe Jacinto Nyusi (UA), Issifu Baba Braimah Kamara (CEDEAO) e Goodluck Jonathan (Fórum dos Anciãos). As organizações reafirmaram o compromisso de apoiar a Guiné-Bissau na restauração da ordem constitucional.

Nota: Informação baseada em comunicados oficiais da UA, CEDEAO e agências internacionais. Esta peça será atualizada conforme novos desenvolvimentos forem divulgados.


Enviar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem

Formulário de Contacto